
Mulher: serenidade e vulcão
É mulher
Obra da criação
É menina
Serena e calma
Que faz d’alma
A mais bela das mulheres
Tens dentro de si um vulcão
Que só entorna suas brasas
Para aquecer a todos
Acalma quem não te percebe
E te conhece
É este vulcão sem cinzas
Mas com aquecimento nos lábios
Que nem mesmo corpo de bombeiro apaga
Nesta serenidade vulcânica tem a melodia natural
Que é especial a todo instante
És fascinante
Empolgante
Sensível no olhar e penetras na alma de qualquer vivente
É só olhar dentro dos seus olhos
Tens a brasa
Tens a calma
Tens serenidade
É você com qualidades
Atenta a cada detalhe
E neste entalhe
Tens o carisma dos diamantes
Aproximas todos e mesmo quem não te vê
Quem te deu todo esse carisma?
Foi o prisma dos seus olhos?
Estes olhos sempre visto e quisto?
Ou por aqueles de quem te aprecia?
Ou ainda pelo encanto dos teus lábios?
É mulher, é sensível é divina.
A obra prima
E, portanto termina
Este pequeno poema.
Texto de Nivaldo Sabino Ferreira
3/5/2008 00:19:50
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